Por que Dana White jura que o UFC vence o Super Bowl

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Dana White viu de tudo. Ele sentou-se na quadra nas finais da NBA. Ele esteve no estádio para o Super Bowl. Ele assistiu a grandes lutas de boxe em Las Vegas. E ele ainda acha que nada disso se compara.

Segundo o presidente do UFC, nenhum outro evento esportivo se compara. Não basquete. Não é futebol. Nem mesmo as grandes brigas.

É uma afirmação ousada. Mas é o combustível que mantém o Ultimate Fighting Championship (UFC) funcionando.

O UFC se autodenomina a principal organização de Mixed Martial Arts (MMA). Esse é o slogan. A realidade é mais confusa. O esporte quase morreu no final dos anos 1990. Estava prestes a dobrar. Então ele se reinventou. Atraiu novos fãs. Tornou-se um fenômeno global.

Como as lutas do UFC diferem do boxe

O UFC organiza, promove e sedia eventos de MMA. Cada card apresenta vários lutas. Uma luta é simplesmente uma luta entre dois competidores.

Parece boxe à distância. Existem rodadas. Existe um árbitro. Mas a complexidade é maior. As regras são diferentes.

As lutas padrão do UFC duram três rounds. As lutas pelo campeonato vão para cinco. Cada rodada dura cinco minutos. Os lutadores têm um minuto para descansar entre os rounds.

É aqui que diverge do boxe.

No boxe, você dá um soco acima da cintura. É isso. No UFC você pode fazer quase tudo.

Socos. Chutes. Cotovelos. Joelhos. Remoções. Envios.

Você pode atacar acima e abaixo da cintura. Existem restrições, claro. Mas o kit de ferramentas é enorme. No início, o UFC afirmou que seus eventos eram sem restrições (NHB). Isso foi uma mentira de marketing. Até as primeiras lutas tinham regras.

“Sem restrições” é um nome impróprio. Nunca foi.

As regras que impedem que seja uma briga

A Comissão Atlética do Estado de Nevada regulamenta o esporte. Eles identificaram 31 faltas. Cometa um e você será penalizado. Comprometa-se o suficiente e você será desqualificado.

Algumas faltas são óbvias. A violência física deu errado. Outros são sobre conduta.

  • Sem arrancar os olhos.
  • Não é permitido fisgar o peixe (enganchar a boca do adversário com os dedos).
  • Sem golpes na virilha.

Mas você também pode cometer uma falta segurando a cerca. Ou usando linguagem abusiva dentro da jaula. Ou fingindo uma lesão. Ou deixar cair o bocal de propósito para perder tempo.

Não se trata apenas de bater forte. É uma questão de seguir as regras.

Testes de drogas e jogo limpo

O UFC segue a política de drogas da Comissão Atlética do Estado de Nevada. Sem drogas recreativas. Sem drogas para melhorar o desempenho.

Se um lutador testar positivo antes da luta, ele não luta. Eles podem enfrentar ações disciplinares. Caso vençam e testem positivo posteriormente, a comissão pode alterar o resultado. Torna-se um não-concurso.

As apostas são altas. As regras são rígidas. Mas a violência é real.

Veremos o básico de onde essas lutas acontecem a seguir.

Por que o octógono do UFC não é apenas um ringue sofisticado

Vamos esclarecer uma coisa logo de cara. Isso não é boxe. Não há cordas aqui. Não há almofadas de canto nas quais você possa se apoiar enquanto está com falta de ar.

As lutas do UFC acontecem no Octógono.

Tem oito lados. Daí o nome. Uma jaula de nove metros de largura feita de cerca de arame. As bordas? Acolchoado. Os cantos? Acolchoado. Parece simples, mas é uma pequena arena brutal.

O chão é de lona. Não qualquer tela. É pintado sob medida para cada evento. Depois que o cartão principal estiver pronto, esse tapete será lixo. Nunca mais usado. É por isso que os gráficos parecem tão nítidos na TV. Tinta fresca todas as noites.

Dois portões. É isso. Eles fecham quando a rodada começa.

Somente três pessoas poderão entrar quando o sinal tocar: o árbitro e os dois lutadores.

Mais ninguém.

Entre as rodadas, os portões se abrem. É aí que entram os homens da esquina. Eles têm exatamente sessenta segundos para trabalhar. Eles consertam cortes. Eles gritam estratégia. Eles tentam estancar o sangramento antes do início da próxima rodada.

Por que não um anel? Porque a gaiola muda tudo. Você não pode se esconder em um canto. Você não pode usar as cordas para se recuperar. Você está preso com seu oponente. Não há escapatória. Apenas a cerca.

Por que o octógono existe e como as classificações realmente funcionam

Você não pode sair da jaula. Você não pode jogar seu oponente por cima da cerca. Bem, tecnicamente Tank Abbott tentou isso uma vez contra Carl Worsham. O UFC proibiu depois disso. Majoritariamente.

A forma é importante. Dana White explica a lógica. O início do UFC foi uma luta de estilo. O boxe usa um quadrado. A luta livre usa um círculo. O octógono fica no meio. Impede que qualquer disciplina domine a geometria. Os ângulos são amplos. Os lutadores não ficam presos em um canto sem ter para onde ir. A cerca de arame mantém todos dentro. Nada de cair. Está estável. É seguro. E permite-lhe ver a ação de todos os lugares.

Classificações? Esqueça-os. O UFC não usa lista formal. Branco os odeia. Ele diz que os rankings bloqueiam boas lutas. Eles convidam à corrupção. Em vez disso, Joe Silva comanda o show. Vice-presidente. Casamenteiro. Ele olha para estilos. Ele olha os registros. Ele constrói os confrontos mais emocionantes. Se você lutar bem, você tem uma chance pelo cinturão. Simples.

As classes de peso são rigorosas. Cinco deles.

  • Leve: 145 a 155 libras
  • Peso meio-médio: 155 a 170 libras
  • Peso médio: 170 a 185 libras
  • Peso meio-pesado: 185 a 205 libras
  • Peso pesado: 205 a 265 libras

Você luta na sua classe. Você pode mover para cima ou para baixo. Mas há um custo. Subir? Você ganha peso. Você perde velocidade. Descer? Você reduziu peso. Você perde poder. É uma troca. Velocidade ou força. Escolha um.

Quebrando as técnicas de luta do UFC

Então, o que acontece lá dentro? Três baldes principais. Impressionante. Lutando. Luta terrestre.

Começamos com golpes.

O equipamento e as regras que você não pode quebrar

Luvas do UFC não são luvas de boxe. Eles são magros. Quatro a seis onças de couro sem dedos. Compare isso com as luvas fofas de oito a dez onças que os boxeadores usam. Parece elegante. Parece perigoso. Cada soco acerta com mais força. Cada falha corre o risco de quebrar a mão. Os lutadores precisam proteger os nós dos dedos ou estarão se recuperando dos ferimentos no terceiro round.

Sem sapatos também. Pés descalços na tela. Muda o equilíbrio, o equilíbrio, toda a sensação da postura.

Mas o equipamento é a parte fácil. As regras são onde o caos é controlado. Você pode golpear com socos, chutes, joelhadas, cotoveladas. Vale alguma coisa? Não exatamente. Bater na cabeça de um cara no chão com uma joelhada ou um chute? O árbitro intervém. Golpear a nuca? Feito. Cotovelo para baixo direto ao ponto? Ilegal. Estas não são sugestões. São paradas difíceis.

Quedas e finalizações: o jogo do Grappler

Alguns caras não querem trocar golpes. Eles querem lutar. Para te derrubar. Para arrastar você para a lama.

Uma queda nem sempre é um suplex estilo filme. Às vezes, isso apenas desequilibra você e prende você. Se você é o cara que está sendo levado, você se espalha. Você joga os quadris para trás, usa alavancagem e permanece na vertical. É uma batalha de geometria.

Quando você estiver no chão, o jogo muda. As greves ainda acontecem, mas as finalizações são a verdadeira ameaça. Uma guilhotina pode acabar com ele em pé ou no chão. Não importa se você é bom em lançar mãos se não consegue escapar. Bons grapplers misturam tudo. Eles derrubam, controlam, procuram a torneira.

O que acontece no tapete

A luta de chão é onde o UFC se separa do boxe puro. É uma bagunça. É técnico. É para onde as balas morrem se você não consegue respirar.

“Os golpes incluem socos, chutes, joelhadas e cotoveladas.”

Mas no terreno, essas ferramentas são limitadas. Você está emaranhado. Você está rolando. Você está tentando passar a guarda enquanto seu oponente tenta raspar ou estrangular você. É uma partida de xadrez em alta velocidade.

Por que isso importa? Porque se você não consegue lutar, você é um alvo fácil para quem sabe lutar. Se você não consegue atacar, você é um alvo fácil para quem consegue manter distância. Os melhores lutadores da jaula? Eles não escolhem um. Eles ameaçam ambos.

Como você realmente vence uma luta no UFC?

O jogo de chão muda tudo. No boxe, você cai, você fica no chão. No UFC, acertar a tela é apenas mais um ângulo de ataque. Os lutadores não param quando atingem o tatame. Eles fazem a transição. Eles lançam golpes de ground and pound ou buscam finalizações. É caótico. É técnico. É onde a luta geralmente é decidida.

Você ouvirá os comentaristas gritarem termos como guarda, meia guarda, controle lateral e montagem completa. Estas não são palavras aleatórias. Eles descrevem a geometria da violência. Se o lutador A estiver de costas com as pernas enroladas nos quadris do lutador B, B ficará preso dentro da guarda de A. A está defendendo. B está tentando avançar. A posição dita a oportunidade.

Para sobreviver, você não pode ser apenas um atacante. Você não pode ser apenas um lutador. Você tem que ser um híbrido. A maioria dos lutadores é especializada, claro. Um cara dá os chutes. Outro traz as quedas. Mas todos precisam de uma linha de base em todas as três disciplinas. Golpear, lutar, lutar. Ignore um e você ficará exposto.

Então, como isso termina? Como coroamos um vencedor?

Geralmente se resume a uma de três coisas:
– Um nocaute (o árbitro interrompe porque você não consegue se defender)
– Uma finalização (você bate porque seu braço está quebrado ou você está sufocando)
– Uma decisão (os juízes contam pontos após três ou cinco rounds)

A maioria dos fãs quer um final. Eles querem o nocaute. Mas a decisão é onde reside a estratégia. É onde os detalhes sutis importam. Quem controlava o centro? Quem acertou os chutes certeiros? Quem sobreviveu à rotina?

Se você quiser se aprofundar em como o desempenho atlético atinge o pico sob pressão, confira Sharecare.com.

Como você realmente vence uma luta no UFC?

Não se trata apenas de parecer legal. Você precisa de um acabamento. Ou um árbitro salvando você de si mesmo.

Submissão é a saída mais limpa. Seu oponente bate no tatame ou diz isso em voz alta. Talvez eles estejam sendo esmagados por golpes e não consigam bloquear. Talvez eles estejam presos em uma chave de braço ou em uma chave de tornozelo e suas articulações estejam gritando. Às vezes é um mata-leão. Corte o ar ou o fluxo sanguíneo e eles afundam. No UFC, bater não é desistir. É sobrevivência. Outros esportes podem envergonhar você por desistir. Aqui? É honroso. Inteligente. Você sabe quando está derrotado.

Depois, há o nocaute técnico (TKO). O árbitro intervém. Ele vê um lutador dando golpes que eles não conseguem aguentar. Nenhuma defesa inteligente. O caos acontece rápido. Não há contagem de oito em pé como no boxe. O árbitro não espera pela contagem. Ele para. Se o lutador está em pé ou deitado na tela, a decisão é dele. Ele observa os danos. Ele faz a ligação.

Como os juízes do UFC avaliam as decisões e o que eles realmente procuram

Quando o sinal final toca e ninguém bateu ou desmaiou, você fica nas mãos dos juízes. Não é um concurso de popularidade. É matemática. Especificamente, o sistema obrigatório de 10 pontos.

Três juízes pontuam em cada rodada. Se o Lutador A vencer o round, ele ganha 10 pontos. O lutador B obtém 9. Bastante simples. Mas fica complicado quando chegam os pênaltis. Faltas, inatividade ou apenas parecer tímido podem diminuir essa pontuação. Você pode ver um 8-10 ou até menos se um lutador estiver basicamente parado esperando o round terminar.

Ao final da luta, as pontuações são computadas.

  • Decisão unânime: Todos os três juízes concordam com o vencedor. Limpar.
  • Decisão dividida: Dois juízes escolhem o Lutador A. Um escolhe o Lutador B. Controverso por natureza.
  • Decisão da maioria: Dois juízes escolhem um vencedor. O terceiro empata.

Existem outras maneiras de vencer sem nocaute. Uma decisão técnica acontece se o seu oponente se machucar gravemente para continuar, mas estiver à frente no placar. Uma desqualificação lhe dá a luta se o seu oponente quebrar as regras. E sim, eles podem desistir. Lesões, doenças, qualquer coisa. Você sai com a vitória.

Os empates também acontecem. Um empate padrão significa que as pontuações dos juízes se cancelam perfeitamente. Um empate técnico ocorre se ambos os lutadores estiverem lesionados demais para continuar. Depois, há o não concurso. Isso acontece se os dois infringirem as regras ou se uma falta acidental encerrar a luta de forma injusta.

“Há muita controvérsia neste momento sobre julgar. Ser juiz é muito subjetivo… a principal coisa que você tem que julgar, rodada por rodada, é quem causou o maior dano.”

Dana White, presidente do UFC, fala sem rodeios. Dano.

Essa é a chave. O julgamento do UFC é mais difícil do que o boxe por causa da luta agarrada. Os juízes olham para as greves, claro. Mas eles também pesam nas quedas e no controle de solo. Estar por baixo não significa perder a rodada automaticamente. Se você estiver defendendo bem, sobrevivendo à pressão, ainda dá para vencer. Se você está apenas comendo doses da posição superior, você está perdendo.

É subjetivo. É uma bagunça. E é por isso que as lutas do UFC são tão selvagens. Uma briga pode parecer uma briga em pé. Então alguém é derrubado. A dinâmica muda. Uma fuga na hora certa ou um único erro muda tudo. Você nunca sabe quem está ganhando até que as cartas sejam lidas.

A seguir, investigamos a história confusa e controversa do próprio UFC.

O nascimento do nome e formato do “Ultimate Fighting Championship”

Então, quem realmente inventou o UFC? Não foi apenas um cara. Foi uma parceria entre Rorion Gracie, praticante de jiu-jitsu brasileiro (BJJ), e Arthur Davie, um cara que trabalha com publicidade. Gracie tinha uma missão. Ele queria provar que a escola de artes marciais de sua família funcionava. Não por pontos. Não por estilo. Para lutas reais. Eles já estavam fazendo o “Desafio Gracie”, convidando qualquer um a se apresentar e levar uma surra de um Gracie ou de um aluno. Funcionou. As pessoas foram submetidas. Agora, eles precisavam de um palco maior.

Davie levou esse conceito para o Semaphore Entertainment Group (SEG). O campo? Um torneio. Diferentes estilos de artes marciais uns contra os outros. Sem regras, basicamente. Basta descobrir qual é o melhor. Um funcionário da SEG, Michael Abramson, supostamente criou o título: The Ultimate Fighting Championship. Parece dramático. Ficou preso.

O nome não era apenas uma marca. Foi uma promessa de verdade absoluta em combate.

Como o UFC 1 estruturou o primeiro torneio

O primeiro evento, hoje conhecido como UFC 1, foi lançado em 12 de novembro de 1993. Não foi um card de partidas. Foi um colchete. Os vencedores continuaram lutando até que um homem sobrou. Davie ainda tinha substitutos prontos. Se alguém fosse nocauteado ou desistisse, outra pessoa interviria. Sem atrasos.

A lista? Um quem é quem dos especialistas em disciplina pura. Karatê. Kickboxing. Boxe. Jiu-jitsu. Até luta de sumô. Você está pensando: “Sumo?” Sim. Eles queriam testar tudo.

Royce Gracie, irmão mais novo de Rorion, passou pela chave. Ele não abriu caminho até o topo. Ele usou alavancagem. Ele usou submissões. Na final, enfrentou Gerard Gordeau. Um mestre do kickboxing. Royce o pegou com um mata-leão. Gordeau bateu. Royce venceu.

Por que o sistema de numeração do UFC começou aqui

A multidão adorou. SEG não esperou. Eles começaram a planejar o próximo imediatamente. Eles mantiveram o nome. Eles mantiveram o formato. Mas eles adicionaram um identificador simples. Números. UFC 2. UFC 3. Sequencial. Fácil de rastrear.

Não se tratava apenas de organizar eventos. Tratava-se de construir um legado. Cada número marcou um passo em relação aos esportes de combate tradicionais. Um passo em direção a algo novo.

Você se lembra de assistir aquelas primeiras fitas? A filmagem em preto e branco? A falta de luvas? Parecia perigoso. Cru. Real.

Esse era o ponto.

Como o UFC sobreviveu à era da “briga de galos humana”

O início do UFC era uma fera diferente. Sem classes de peso. Um cara de gi pode ser empanturrado por um lutador de sumô. Foi caótico. O UFC 12 finalmente estabeleceu o limite de peso, embora esses limites tenham mudado por anos. O formato foi pura tentativa e erro. Às vezes, as rodadas não tinham limite de tempo. Eles só queriam um vencedor.

Royce Gracie provou isso. Ele venceu três dos primeiros quatro torneios. O jogo de chão não era opcional. Foi a sobrevivência. Os lutadores tiveram que se adaptar ou desistir. Lutas e finalizações tornaram-se obrigatórias. A faixa preta não importava tanto quanto a habilidade de lutar de verdade. O UFC aprendeu isso rapidamente.

Regulamento? Inexistente. Eles se esconderam em estados sem comissões atléticas. Sem juízes. Os árbitros não conseguiam parar as lutas. Eles apenas assistiram. Até que perceberam que era uma má ideia. Então eles deram aos árbitros o poder de interromper as coisas. Um pivô tardio, claro, mas necessário.

O formato do torneio desapareceu após o UFC 18. As lutas individuais assumiram o controle. Os lutadores tiveram uma folga. Uma luta por noite. Exceto no UFC 23. Isso foi uma exceção estranha.

Dana White disse isso melhor. A coisa toda foi um acidente.

“Aquele show [o primeiro evento do Ultimate Fighting Championship] era para ser apenas um caso único. Bem, foi tão bem no pay-per-view que eles decidiram fazer outro, e mais outro. Nunca em um milhão de anos esses caras pensaram que estavam criando um esporte.”

SEG promoveu a brutalidade. “Sem restrições.” Eles queriam que o estilo superior vencesse. Eles convidaram a reação. O senador John McCain chamou isso de briga de galos humana. Ele pressionou os governadores a proibi-lo. Os locais abandonaram o UFC. As empresas de cabo recusaram o feed PPV. SEG cavou sua própria cova.

Quando as regras de Nova Jersey os forçaram, o SEG estava falido. A falência apareceu do UFC 23 ao 29. Eles não conseguiam nem vender vídeos caseiros. O buraco financeiro era muito profundo.

A aquisição e legalização da Zuffa

O UFC 29 em 2000 foi o último suspiro do SEG. Defesa dos Cinturões. As luzes se apagaram.

Frank e Lorenzo Fertitta intervieram. Eles formaram a Zuffa, LLC. Zuffa significa luta em italiano. Adaptação. Eles compraram o UFC. Dana White tornou-se presidente.

Lorenzo tinha história com a Comissão Atlética do Estado de Nevada. Ele os colocou a bordo. De repente, o UFC tinha legitimidade. As empresas de TV a cabo voltaram. O modelo PPV sobreviveu. A transição não foi tranquila, mas funcionou. O esporte ganhou uma segunda vida.

A era da Spike TV e o boom da Reality TV

Avançando para 2001. Zuffa assume o volante. UFC 30: A Batalha no Calçadão é lançada. É um ponto crucial. A cobertura do pay-per-view se expande, o vídeo doméstico retorna e a organização começa a abandonar o rótulo de “bárbara” que a arrastou até o início dos anos noventa. Dana White deixa clara sua posição desde o primeiro dia.

“No final das contas, esses caras não são bárbaros como foram vendidos no início. Esses caras são todos mocinhos… eles vêm para competir para descobrir quem é o melhor lutador do mundo.”

Ele está pressionando por legitimidade. Não apenas violência. Esporte.

Então vem a verdadeira virada de jogo. 2005. Spike TV lança The Ultimate Fighter. Não é apenas um show. É um pipeline. Um reality show que acompanha lutadores famintos tentando conseguir aquele contrato indescritível com o UFC. Dois acampamentos. Um gol. Cada episódio termina com uma briga. O vencedor fica. O perdedor faz as malas.

Pela primeira vez, espectadores casuais assistem à ação do MMA ao vivo na TV a cabo. Sem controle de pay-per-view. Apenas competição crua. Ele educa as massas. Humaniza os atletas. The Ultimate Fighter não é apenas entretenimento. É a melhor ferramenta de recrutamento do UFC. E está apenas começando, com pelo menos mais duas temporadas já marcadas.

O que vem por aí para o UFC?

A base está lançada. A imagem está limpa. O público está fisgado. Então, para onde vai a promoção a partir daqui? A estratégia não é mais apenas organizar lutas. Trata-se de construir um império. Estamos a olhar para a expansão global, acordos de direitos de comunicação social e uma mudança em direção à cultura desportiva dominante. A questão não é se o UFC vai crescer. É o quão rápido.

A aquisição da Pride e o impulso global de Dana White

Lembra quando os irmãos Fertitta conquistaram o Pride Fighting Championship em março de 2007? Sim. Esse movimento abalou o mundo do MMA. Pride foi o campeão peso-pesado dos esportes de combate do Japão. Um rival. Uma lenda. Agora estava sob a égide do UFC.

Os fãs começaram a sonhar imediatamente. E se os melhores lutadores do Pride enfrentassem a elite do UFC? Dana White diz que essas partidas dos sonhos não são mais apenas fantasia. Eles são reais. Os planos ainda estão nos estágios iniciais, com certeza. Mas a ideia de coroar os verdadeiros melhores em cada categoria de peso? Está acontecendo.

A sede do UFC fica em Nevada. Mas a empresa não fica parada. Eles estão promovendo eventos ao vivo para outros estados e além-fronteiras. No momento, as transmissões do UFC atingem 170 países. White quer mais do que apenas telespectadores. Ele quer corpos em assentos.

“Quando você leva o evento ao vivo para algum lugar e recebe 15.000 ou 20.000 pessoas… eles conversam com seus parentes. Eles conversam com seus amigos. Começa a se espalhar… toda aquela coisa de boca a boca acontece.”

Esse burburinho popular é o motor do crescimento global. Eventos ao vivo já estão programados para Europa, Japão, Canadá e México. A estratégia é simples. Preencha arenas. Deixe os fãs fazerem o marketing.

Como assistir e o que você está perdendo

Onde você realmente assiste às lutas? O pay-per-view é o evento principal. Aproximadamente uma vez por mês. Depois, há The Ultimate Fighter. Slots especiais Fight Night na Spike TV. DVDs. Programas ao vivo.

No entanto, há um buraco evidente no arquivo. Eventos do UFC 23 a 29. Ainda não disponíveis comercialmente. Se você está procurando filmagens antigas, você está sem sorte.

Respostas rápidas para perguntas comuns sobre MMA

Curioso sobre a logística? Ou apenas o dinheiro? Aqui está o detalhamento.

Quanto custa um ingresso para o UFC?
A média gira em torno de US$ 208. Você pode conseguir assentos por apenas US$ 64. Depende do evento. Depende da localização.

Quem é o lutador mais rico do UFC?
Conor McGregor. Seu patrimônio líquido estimado chega a US$ 120 milhões. Ele está em uma liga própria.

Onde posso assistir aos eventos do UFC ao vivo?
A maioria é pay-per-view. Você pode transmitir pelo site do UFC ou ESPN+. Esse é o padrão agora.

O que exatamente é MMA?
Artes marciais mistas. É um híbrido. Pugilistas. Lutadores. Judoca. Praticantes de Jiu-Jitsu. Karateca. Atacantes de Muay Thai. Ele extrai técnicas de todos eles. Sem restrições, literalmente.

Por que o MMA é ilegal?
Não é. Não mais. É um dos esportes que mais cresce nos EUA. O UFC popularizou isso. Nova Iorque levantou a sua proibição recentemente, em 2016. O estigma está a desaparecer.

Onde cavar mais fundo

Quer mais? Confira os links abaixo.

  • Como funciona o boxe
  • Como funciona o caratê
  • Como funciona o wrestling profissional
  • Como funcionam os músculos
  • Como funcionam as drogas que melhoram o desempenho

Mais recursos:
– Campeonato de luta final
– Comissão Atlética do Estado de Nevada
– Cão pastor
-MMAFighting.com

Fontes:
– Cauchon, Dennis. “A luta amadora atrai multidões e polêmica.” EUA hoje. 2006.
– Gentry, Clyde. “Sem barreiras: Ultimate Fighting e a revolução das artes marciais.” Milo Books Ltd.
– Montgomery, Cliff. “Esta História do UFC.” Esportes profissionais radicais.
– Site do Ultimate Fighting Championship.
– Branco, Dana. Entrevista pessoal, 16 de abril de 2007.

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