Bondade para consigo mesmo, reconsiderada
Nós doamos muito de nós mesmos.
É fácil derramar calor para um amigo, um colega, um estranho. Tratamos os outros como vidro-precioso, quebrável, manuseado com cuidado. Mas depois vamos embora.
Tratamo-nos como concretos.
A auto-bondade não é apenas um conceito suave. É estrutural.
Significa perdoar as suas falhas. Aceitar os erros. Agindo em direção ao seu próprio mundo interior com a mesma paciência que você ofereceria a alguém que você ama. Se você não consegue encontrar essa pessoa no espelho? É esse o trabalho.
“Ser gentil com os outros é transformar a compaixão para fora. A auto-bondade transforma-a para dentro.”
Estas são duas engrenagens diferentes. Você pode ser a pessoa mais generosa no escritório e ainda se separar quando chegar em casa. Um ajuda os outros a sobreviver. O outro ajuda-te.
A maioria de nós é o nosso pior inimigo.
A autocrítica constante gera ansiedade. Gera stress. Mantém o sistema nervoso num estado de alarme de baixo grau, 24 horas por dia, 7 dias por semana. Você não precisa ser gentil para sobreviver. Você precisa ser gentil para prosperar.
Quando você está estressado, seu cérebro está preparado para a detecção de ameaças. Não procura soluções, procura falhas. A autocompaixão interrompe esse ciclo.
Reduz o cortisol. Reduz a depressão.
Eis o que as pessoas sentem falta.
Auto-kinkness aumenta a auto-estima. Não do tipo falso. A confiança silenciosa que diz * Estou bem*. E quando você se sente bem consigo mesmo, trata melhor as pessoas ao seu redor. Não é egoísta. É eficiente.
Pessoas felizes são mais fáceis de estar por perto.
A resiliência segue a bondade. Se você se bater por um fracasso, gastará energia com vergonha em vez de recuperação. Se você se perdoar? Você se recupera mais rápido. Você aprende mais rápido. Segue em frente.
10 maneiras de realmente ser mais gentil consigo mesmo
Falar é barato. Experimenta isto.
1. Elogie-se.
Parece estranho? Provavelmente.
Comece pequeno. Reconhecer uma tarefa concluída. “Eu fiz isso.”Não precisa ser devastador. Apenas sincero. Tente “eu sou capaz” quando estiver preso. É uma mentira no início. Então torna-se verdade.
- Confira “recebendo elogios” no Daily Jay para saber mais sobre a mudança de perspectiva.*
2. Pratique a auto-gratidão.
Liste o que você tem. Não é o que lhe falta.
A gratidão reafirma o foco. Acaba com a mentalidade do défice. Já és bom em alguma coisa. Diz-lhe. Faça isso todos os dias. Fica mais fácil com a prática, bem como levantar pesos.
A série” 7 dias de gratidão ” é um ponto de partida sólido se você está anulando sobre o que se sentir grato.
3. Mude o seu guião.
Seu crítico interior é alto. É mentira.
Troque o julgamento por algo neutro ou positivo. “Não posso fazer nada bem “torna-se” estou a aprender.”Parece falso. Continue a fazê-lo de qualquer maneira. Eventualmente, a voz de apoio torna-se a configuração padrão.
- Jay Shetty divide isso em “Shift Your Self-Talk” no Daily Jay.*
4. Reflita sobre o dia.
Tome dois minutos antes de dormir.
O que correu bem? Nem tudo. Apenas uma coisa. Reconhecer pequenas vitórias cria provas da sua competência. A maioria das pessoas só registra as falhas. Não seja a maioria das pessoas.
- Veja” o poder da reflexão ” no Daily Jay para saber como processar o que você experimenta.*
5. Autocuidado como bondade.
Não banhos de espuma. Um verdadeiro descanso.
Envolva-se em coisas que reabastecem o tanque. Anda. Leia. Chame um amigo. Não importa qual seja a atividade, desde que você se sinta reabastecido. Se você está cansado, não faça nada. Também é uma estratégia.
- Até dez minutos ajudam. Experimente a série Radical Self-Care tools.*
6. Esteja presente.
Mindfulness não é místico.
Está a prestar atenção ao que está a fazer neste momento. Respiração profunda. Meditação. Ou apenas lavar pratos sem verificar o seu telefone. A presença reduz a ansiedade. A ansiedade vive no futuro ou no passado. A presença mantém-na aterrada.
- Experimente a meditação “bondade para si mesmo” de 3 minutos se tiver pouco tempo.*
7. Objectivos realistas.
Pare de estabelecer padrões impossíveis.
Desmonte-o. Pequenos passos. Comemore o progresso, não apenas o destino. Se você tentar correr uma maratona amanhã, você vai se machucar. Estabeleça metas que você pode realmente atingir. O enquadramento é mais importante do que a escala.
- Explorar” o’ porquê ‘por trás dos seus objetivos” para alinhar as tarefas com os valores reais.*
8. Perdoa.
Erros acontecem. São dados, não acusações.
Agarrar-se à culpa é exaustivo. Não serve para nada além da dor. Larga isso. Trate os erros passados como mensalidades pagas pela experiência.
- Se é difícil deixar ir, a meditação do” perdão de si mesmo ” pode ajudar a facilitar a transição.*
9. Descanse sem culpa.
A maioria das pessoas espera que o esgotamento descanse.
É tarde demais. Reconhecer os sinais de oprimir cedo. Afaste-se. O descanso é produtivo. Sentir-se culpado enquanto descansa não atinge nada além de estresse. Pare o ciclo.
- Tamara Levitt orienta uma meditação de” descanso ” que incentiva a queda das expectativas por apenas um momento.*
10. Pede ajuda.
Não há problema em perguntar.
A auto-bondade não tem de ser solitária. Amigos, família—terapeutas-eles podem montar isso para você. Admitir que é difícil não é fraqueza. É o primeiro passo para acertar.
Quem entende tudo errado às vezes? Todos.
A questão é: vai tratar-se como um deles?


























